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terça-feira, 14 de outubro de 2008

Best Gay Bondage Erotica



Best Gay Bondage Erotica
de Richard Labonte (Editor)

"Se Chris acorda na hora do jantar, Rob junto com ele irá "fritar" até torrar a espiga de milho , dourar bacon em gordura, temperada ..." (mais)

Bem, este não é um livro de fotos, é de fatos, talvez ficcionais...

domingo, 12 de outubro de 2008

HISTÓRIAS DE UMA CIDADE




HISTÓRIAS DE UMA CIDADE
de Armistead Maupin
páginas - 480








OUTRAS HISTÓRIAS DE UMA CIDADE
de Armistead Maupin
Páginas - 464











NOVAS HISTÓRIAS DE UMA CIDADE
de Armistead Maupin
Páginas : 432
















Armistead Maupin e seu companheiro Christopher Turner em 2006 no Festival Sundance de Cinema.








Armistead Maupin (13 de Maio de 1944) é um escritor norte-americano, reconhecido pela sua série de livros Histórias de São Francisco (Tales of the City).





Armistead Maupin nasceu em Washington, DC, em 1944, mas cresceu em Raleigh, Carolina do Norte. Graduou-se pela Universidade da Carolina do Norte, e serviu como um oficial de marinha na região do Mediterrâneo e em Força Patrulha no Vietnã.

Maupin trabalhou puco tempo como um repórter de um jornal em Charleston, Carolina do Sul, antes de lhes serem atribuídas funções em San Francisco pela Associated Press em 1971. O clima de liberdade e de tolerância que encontrou em sua cidade levou-o a declarar-se publicamente como homossexual em 1974. Dois anos mais tarde, ele lançou o seu "Contos da Cidade" seriado no San Francisco Chronicle.

Maupin é autor de nove romances, incluindo os seis volumes da série Tales of the City, Maybe the Moon , The Night Listener e, mais recentemente, Michael Tolliver Lives. Três miniseries estreladas por Olympia Dukakis e Laura Linney foram realizadas a partir dos primeiros três romances na série Tales. The Night Listener transformou-se em um longa metragem estrelado Robin Williams e Toni Collette.

Maupin vive em San Francisco com seu marido, Christopher Turner.

Caçadores Noturnos


Caçadores Noturnos

de Felipe Greco

144 páginas

Editora Desatino

Para resgatar uma antiga dívida com o escritor gaúcho Caio Fernando Abreu, em Caçadores Noturnos, Felipe Greco (também gaúcho) reúne contos sobre o lado underground das noitadas paulistanas. Com maestria, esse jovem autor capta e, como um voyeur, invade o lado obscuro de personagens — ora em primeira, ora em terceira e até mesmo em segunda pessoa. Masculino e feminino se mesclam para dar esse mergulho nas profundezas das madrugadas insones. Álcool, drogas, boleros, um ambiente aparentemente sem saídas, porém onde borbulha o mais agudo da noite, os desejos mais secretos dos vultos (personagens/leitores) que vagam por aí, nas praças, nas esquinas, no asfalto ainda quente do dia, na solidão, cheios de tesão e fúria.

Para o diretor de teatro Ulysses Cruz:

"As histórias deste livro fazem parte de um universo marginal, quase proibido e, por isso mesmo, excitante.

"Putas, michês, traficantes, bichas, travestis, policiais, ninfomaníacas, tarados, enrustidos, esposas entediadas, solitários de toda espécie habitam estas páginas milimetricamente equacionadas em diálogos curtos e surpreendentes momentos.

"Felipe Greco escreve potencialmente estimulado por Eros e Tânatos, além de nos remeter à tradição sempre renovada das histórias em quadrinhos e dos livros e revistas para insones erotizados. O autor tem a coragem e a sordidez desenfreada do pó, do álcool, das contravenções, da noite em seus personagens de Luz e Sombra.

"Felipe Greco, neste seu livro de estréia, lê-se como a um Nelson Rodrigues reinventado. Mais trash. Mais acessível. Mais popular. Aliás, como deve ser um autor nestes tempos de novo século."

O autor:

Felipe Greco nasceu em junho de 1967, sob o signo de câncer. É gaúcho de Uruguaiana, RS, mas desde 1985 reside em São Paulo. Tem dois roteiros filmados: Atração Satânica (1987) e The ritual of death (1990). Em outubro de 1991, venceu o concurso literário promovido pela Fiat do Brasil, com o conto Anjo provisório. Em maio de 2003, publicou o livro O coveiro, uma fábula marginal (Desatino).

sábado, 11 de outubro de 2008




AS HORAS

de Michael Cunningham


Páginas - 184

Cia das Letras

As horas, prêmio Pulitzer de literatura de 1999, pode ser definido como a saga da consciência de três mulheres - uma real, duas fictícias - em busca de algum tipo de inserção no mundo "normal", tendo como pano de fundo constante a presença palpável e inquietante da loucura e da morte.

A personagem real, espécie de matriz iluminadora de todo o livro, é Virginia Woolf, cujo suicídio, em 1941, é narrado de forma comovente e realista logo nas primeiras páginas. Ela, mais Laura Brown, uma dona de casa angustiada num subúrbio de Los Angeles, em 1949, e Clarissa Vaughn, editora de sucesso na Manhattan de hoje, são as protagonistas deste livro apaixonante. Presenciamos, em capítulos alternados, um dia na vida de cada uma delas. O talento de Cunningham consegue encapsular todo o drama de suas existências. Virginia, num dia normal e suburbano de 1923, esforça-se por manter sob controle os sintomas da loucura e para redigir Mrs. Dalloway, romance que mantém com As horas uma habilidosa simbiose. Laura busca, em vão, ajustar-se ao seu triplo papel de mãe, esposa e dona de casa, confeccionando, ao lado do filho Ritchie, de três anos, um bolo de aniversário para o marido Dan. Acontece que tudo o que Laura mais deseja na vida é solidão e a companhia de Virginia Woolf, sob a forma de seu romance Mrs. Dalloway, que ela lê apaixonadamente. Clarissa, cinqüentona e ex-hippie ainda atraente, bem casada com uma produtora de tevê, compra flores e organiza uma festa em homenagem a Richard, amigo gay e aidético terminal que acaba de ganhar um prêmio literário.

O cruzamento surpreendente dessas três histórias, urdido com a mão imaginativa e experiente de Michael Cunningham, vai mergulhar o leitor numa das experiências mais comoventes da literatura contemporânea.

Excelente insight, se tomarmos como base a obra que o originou, Mrs Dalloway de Virginia Woolf.

Michael Cunningham
Nascido em Cincinnati, Ohio, cresceu na Califórnia. Estudou na Universidade de Stanford e atualmente mora em Nova York. Seu romance As horas ganhou os prêmios Pulitzer, PEN/Faulkner e foi indicado para o National Book Critics Circle Award.


Enquanto a Inglaterra Dorme de David Leavitt Editora: ARX

A história se passa na Europa da década de 30, quando o fascismo começa a tomar forma. É nesse contexto que o narrador, Brian Bosford, um jovem escritor pertencente à aristocracia britânica, conta como iniciou um romance tumultuado com Edward Phelan, um funcionário do metrô de Londres, de classe social mais baixa, sensível, idealista e comunista. Eles vão morar juntos, e quando Edward escobre que Brian também mantém um relacionamento com uma mulher - por não saber bem como lidar com sua própria sexualidade, por achar que sua homossexualidade era algo temporário -, o que poderia levá-lo até mesmo a se casar, ele se alista, voluntariamente, para lutar contra as forças de Franco na Espanha. Movido pela culpa, Brian sai em busca do amante para resgatá-lo, em meio ao caos e à violência da guerra.

A partir daí, o romance — até então uma crónica sutil sobre os jovens intelectuais fascinados pela esquerda e pelo dandismo — converte-se num admirável afresco sobre um dos períodos mais cruciais da nossa história.

Enquanto a Inglaterra Dorme, como disse o Publishers Weekly, é um melodrama no melhor sentido da palavra, sutil e maravilhosamente escrito.

David Leavitt é autor de vários romances e livros de contos. Foi recentemente indicado ao Literary Lion pela New York Public Library. Divide o seu tempo entre Toscâna e a Florida, em cuja universidade leciona.



terça-feira, 30 de setembro de 2008

Faz duas semanas que meu amor



Faz duas semanas que meu amor
E outros contos para mulheres
de Ana Paula El-Jaick

90 páginas
Prosa direta, redonda, envolvente, permeada de inteligência e bom humor. Assim se define este livro de Ana Paula El-Jaick. Em contos curtos e irreverentes, a autora fala do cotidiano de mulheres que amam, desiludem-se, enfrentam preconceito, descobrem-se, camuflam-se, divertem-se, transmutam-se. Leitura cativante.

Um lançamento da